Incógnita.

28 maio

Isso não é falta de determinado alguém… Mas de qualquer alguém. Entenda que o alguém é a pessoa amada. Oh, sim, não nos esqueçamos de amar todas as pessoas, e eu me esforço para que isso seja uma realidade minha. Mas o alguém de quem falo é aquele alguém que recebe um outro tipo  de amor. Aquele alguém que sempre existe, para receber mais amor. Alguém para o qual eu gostaria de dar todo o amor possível e mais, de desidratar de tanto amar. Odiar, de tanto amar. Chorar, de tanto amar. Sorrir, de tanto amar… Amar de todas as formas esse alguém.
Ou deveria existir. Talvez eu tenha chagado a simples conclusão que eu faço de mim mesma uma confusão ambulante. Sou feita de incógnitas de todas as formas e gostos; para quem quiser amar – estou toda amores; para quem quiser odiar – que essa pessoa faça por si mesma. Posso agradar, ou desagradar, mas isso é só questão de opinião. E é me encontrando na minha confusão diária que vou vivendo… De várias formas. Mas afinal, todo mundo precisa de um pouquinho de confusão e eu já tenho muita dentro de mim… Alguém quer?

Ally.

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